quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Trecho do livro Espinhos e Alfinetes, Editora Record

"Na memória eu engatava aquele tempo em que vivia o espraiamento (...) Aquele tempo, um borrão de cores vivas, felizes, no meu caderno de caligrafia. De não esquecer. Depois que crescemos, a felicidade, a gente só a tem se o destino se distrair um minuto."

(João Anzanello Carrascoza )